maio 20, 2024

O que é a eritroblastose fetal?

Eritroblastose fetal é um problema caracterizado pela destruição das hemácias do feto ou recém-nascido por ação dos anticorpos da própria mãe. Esses anticorpos acabam atravessando a barreira placentária e atacam o feto, levando a um quadro de anemia fetal.

Quais as causas da doença hemolítica do recém-nascido ou eritroblastose fetal?

A doença hemolítica do recém-nascido é um quadro clínico no qual os glóbulos vermelhos são degradados ou destruídos pelos anticorpos da mãe. A hemólise é a destruição dos glóbulos vermelhos no sangue. Esse distúrbio pode ocorrer se o sangue da mãe for incompatível (entra em conflito) com o sangue do feto.
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Quais são os sintomas da eritroblastose fetal?

Os sintomas da eritroblastose fetal só podem ser notados após o nascimento do bebê, entre eles está a anemia, edema e icterícia (pele amarela) no recém-nascido. Porém, os exames pré-natais são essenciais para medidas preventivas.

Quais as consequências da eritroblastose fetal para o feto?

A eritroblastose fetal pode ter consequências graves para o bebê, provocando uma incapacidade dos seus órgãos, a exemplo de danos cerebrais, insuficiência cardíaca ou insuficiência hepática. A bilirrubina pode se acumular no cérebro do bebê, causando surdez ou, até mesmo, problemas mentais.

O que é eritroblastose fetal e como evitar?

A eritroblastose fetal consiste na anemia hemolítica no feto causada pela transmissão transplacentária de anticorpos maternos para os eritrócitos fetais, geralmente em decorrência da incompatibilidade entre os grupos sanguíneos maternos e fetais, muitas vezes antígenos Rho(D).

O que acontece quando o bebê nasce com o sangue diferente da mãe?

A eritroblastose fetal ocorre quando o tipo sanguíneo da mãe e do bebê são incompatíveis, gerando uma resposta autoimune no corpo da gestante que afeta a criança. Quando os grupos sanguíneos da gestante e do feto são incompatíveis, o organismo materno produz anticorpos e prejudica a saúde do bebê.

Quais são os sintomas da doença hemolítica do recém-nascido?

Sintomas

  • Anemia intensa;
  • Pele e mucosas amareladas (icterícia);
  • Acúmulo de líquido no abdômen (ascite);
  • Inchaço generalizado (edema);
  • Aumento do fígado (hepatomegalia);
  • Aumento do baço (esplenomegalia).

Quais os cuidados com recém-nascido com a doença hemolítica?

Após o nascimento, é importante a estabilização do RN, sendo que muitas vezes é necessário realizar reanimação cardiovascular, ventilação assistida, drenagem do líquido pleural, entre outros. Também é importante avaliar o grau de anemia, hepatoesplenomegalia, prematuridade, etc.

Como curar eritroblastose fetal?

O tratamento da eritroblastose fetal consiste na realização da exsanguineotransfusão, um método que consiste na retirada de sangue do recém-nascido e na administração de um sangue compatível. Esse processo é importante e garante a correção da anemia e diminuição da bilirrubina, além de evitar complicações mais graves.

Como é feito o tratamento para eritroblastose fetal?

(Eritroblastose fetal; incompatibilidade de Rh)

O tratamento pode envolver transfusão fetal intrauterina ou transfusão neonatal. A prevenção é a administração de imunoglobulina Rho(D) para mulheres em risco com Rh negativo.

Como é feito o tratamento da eritroblastose fetal depois do parto?

(Eritroblastose fetal; incompatibilidade de Rh)

O tratamento pode envolver transfusão fetal intrauterina ou transfusão neonatal. A prevenção é a administração de imunoglobulina Rho(D) para mulheres em risco com Rh negativo.

Quais são os tipos de sangue que não podem ter filhos?

Mulheres que têm sangue do tipo O, A, AB ou B negativos precisam ficar atentas na hora de serem mães, alertam especialistas.

Como salvar a vida de um bebê com eritroblastose fetal?

Normalmente, os cuidados com o recém-nascido afetado pela doença envolvem a fotossensibilização (luz néon, que destrói a bilirrubina) e a substituição do sangue Rh+ da criança por sangue Rhֿ.

Quais os tipos sanguíneos que não podem ter filhos juntos?

Por exemplo, as mulheres com o tipo sanguíneo AB, A, B ou O negativos devem redobrar a atenção na hora de ser mãe. Assim sendo, caso o parceiro tenha o fator RH positivo e transmita essa característica para o feto, é possível que o corpo da mulher crie uma rejeição ao próprio filho.

Quais os sintomas da doença hemolítica do recém-nascido?

Sintomas

  • Anemia intensa;
  • Pele e mucosas amareladas (icterícia);
  • Acúmulo de líquido no abdômen (ascite);
  • Inchaço generalizado (edema);
  • Aumento do fígado (hepatomegalia);
  • Aumento do baço (esplenomegalia).

Como ocorre a doença hemolítica do recém-nascido?

Conhecida como Eritroblastose Fetal, a Doença Hemolítica Perinatal (DHPN) se manifesta quando mãe e bebê possuem sangue incompatíveis. Nesses casos, se faz necessária a adoção de uma série de medidas para evitar complicações que vão desde a anemia até o aborto.

Quais os sintomas da doença hemolítica do Recém-nascido?

Sintomas

  • Anemia intensa;
  • Pele e mucosas amareladas (icterícia);
  • Acúmulo de líquido no abdômen (ascite);
  • Inchaço generalizado (edema);
  • Aumento do fígado (hepatomegalia);
  • Aumento do baço (esplenomegalia).

Qual é o tipo de sangue mais raro?

sangue B

O sangue B é considerado um grupo mais raro. Como possui anticorpos contra o tipo A ele é considerado anti-A. Quem possui o sangue B só pode receber sangue dos tipos “B” e “O”. AB é considerado como o sangue mais raro de todos os tipos.