Lucas Pimenta é estudante de História e só entrou nessa porque acreditava que poderia se tornar um Martin Mystère. Parece que não deu certo, mas ele tenta. Gerencia junto com o amigo João Guilherme o Ken Parker Blog, que no momento ele não sabe se está ativo ou não. Participa do blog Projeto Continuum, sem a frequência que deseja. É o roteirista da aclamada (entre amigos e familiares) HQ Silêncio. Tem certeza que a melhor coisa desta viagem são os amigos que lhe acompanham e que o importante é sonhar. As vezes o sonho fica turbulento, ainda assim Lucas prefere continuar sonhando. |
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Marcello é uma figura obscura no universo dos quadrinhos. Começou a carreira como receptor de mercadorias roubadas em Gotham City, mas teve que abandonar tudo quando as coisas começaram a ficar perigosas. Em seguida foi para a Bélgica, onde aliciava jovens repórteres para doutrinar crianças congolesas sobre as vantagens do sistema colonial. Na década de 80 fez fortuna traficando armas na guerra Kree-Skrull. Tentando se rejenerar, investiu tudo em plantações de goiaba, mas foi à falência pelos prejuízos causados por menores infratores rurais. Atualmente tenta levar uma vida normal como colaborador do Quadro a Quadro, mas sabe-se que ainda mantém contatos escusos. |
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Sergio Barretto é um homem sério, cumpridor de seus deveres e apaixonado por histórias em quadrinhos desde que se entende por gente. E a cada ano faz mais tempo que ele se entende por gente.
Começou lendo gibis de super-heróis mas com o passar dos anos, e a ajuda dos amigos, expandiu seus horizontes. Atualmente diverte-se não apenas lendo HQ, mas também dando pitaco sobre o assunto e, eventualmente, ajudando a contar alguma história através da linguagem dos quadrinhos. |
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Oráculo (a.k.a Eve) não há muitos dados sobre esta pessoa. Sabe-se que é fã de quadrinhos (gibi, comics, mangá, mawa etc) e ficção científica, tem como autores de cabeceira J.R.R Tolkien, Neil Gaiman e Willian Gibson. Tornou-se a webdesigner deste projeto e carrasca gráfica de seus companheiros Quadrados.
Passa mais tempo em frente ao computador do que com pessoas reais. Não gosta de usar o telefone para fazer ligações, mas adora navegar e chats. Há quem diga, que essa entidade não existe fora do mundo virtual, quem pode saber realmente? |
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Adalton nasceu no último dia de uma lua cheia, mas acha que isso não tem nenhuma relação com a sua vida; começou comprando quadrinhos por puro modismo – uma edição da Turma da Mônica parodiando Jurassic Park; sua primeira compra consciente foi a edição nº 01 de Batman: A queda do Morcego, ainda formatinho. Acredita que irá terminar a graduação em Letras antes da catástrofe de 2012 e daqui até lá está estudando parte das traduções intersemióticas das peças de Shakespeare já produzidas. E nos interlúdios, tenta produzir roteiros a partir idéias rabiscadas em antigos pedaços de papel. |
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Lillo Parra morreu num acidente inexplicável na Serra da Cantareira. Antes que seus familiares percebessem, já havia virado um Zumbi. Para aplacar sua fome por cérebros humanos, passa as noites escrevendo no Gibi Rasgado. Seus amigos, com medo de seu apetite insaciável, o convidaram também para escrever no Quadro a Quadro. No momento ele está sob controle. |
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Daniel "O Dan" Cesar é um aspirante a desenhista, tem cinco metas; 1) lançar uma revista autoral; 2) vestir máscara e capa para patrulhar as noites de Salvador como o vigilante "O CÃO"; 3) escrever um roteiro de filme; 4) criar um jogo; 5) ser o lanterna verde do setor 2814. Enquanto nada disso ocorre, gasta seu tempo com aulas de design, assistindo séries que são canceladas prematuramente e fritando os neurônios com seus videogames. Possui fantasmas na sua gaveta de desenhos que o atormentam, mas um dia se livrará deles. |
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Bira Dantas trabalha com com ilustrações e charges desde 1979. Precoce, passou pelo saudoso Gibi da Bloch “Os Trapalhões”, pelo Estúdio Ely Barbosa e Briquet (Bond Boca). Publicou quadrinhos na Pântano, Tralha, Porrada, Megazine e até na Bundas do Ziraldo. Charges nos jornais Retrato do Brasil, Folha da Tarde (SP), Diário do Povo (Campinas), Pasquim21 e jornais Sindicais. Como não gosta de ficar parado, participou dos livros cooperativados da Editora Virgo “Brasil, 500 anos”, “Fome de ver estrelas”, “Tiras de Letras”. É professor de charge, cartum e caricatura na Escola de Arte Pandora, em Campinas. Publica suas charges no site A Charge on Line e em seus trocentos blogs. Como falhou na tentativa de virar herói, publica seu Tatu-Man nos jornais Correio Popular e Graphiq. Faz parte do Coletivo Quarto Mundo e da AQC (Associação de Quadrinhistas e Caricaturistas) SP. Toca gaita nas horas vagas, em eventos quadrinísticos ou quando não está arrancando os cabelos ( e tem muitos) com os prazos apertados. Deve se mandar pra Coréia do Sul, pra falar do mercado dos quadrinhos brasileiros, que acredita, não esta desmoronando. |
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Edimário Duplat é soteropolitano do condado de Brotas, o lendário bairro-cidade da capital Baiana. Lê e comenta sobre quadrinhos dos mais variados, além de ser aficionado por futebol em todos os níveis, desde uma final de Champions League a um confronto entre Butão e Montserrat. Sua eterna crença em times inexpressivos foi nomeada pelos amigos twitteiros de #momentoedimario… Além disso, acompanha qualquer seriado sci-fi de qualquer parte do globo, e sempre é fascinado por qualquer cronologia possível, até em novelas. Alguns dizem que pode viajar entre os multiversos apenas atravessando as ladeiras brotenses, outros que faz parte do conselho interdimensional e tem passe livre para navegar entre a matéria e a antimatéria. Relatos de sua presença em lugares como Paris, Tóquio, Nova York, Attilan, M-78, Rann e Trill são conhecidos, mas nunca foram confirmados. |
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Guido Moraes queria ser um personagem de uma história em quadrinhos. Depois de ler Will Eisner, se contenta em ser um personagem de uma história sem quadros. Quando pequeno sonhava em trabalhar na Marvel, como desenhista. Apesar de desenhar até hoje, abandonou este sonho há tempos, quando percebeu que gostava muito mais de ler HQ's do que de desenhá-las. Hoje prefere ler quadrinhos adultos, autorais, brasileiros e autobiográficos, mas continua acompanhando alguns títulos de super-heróis. Quanto à arte, se interessa por graffiti, ilustração, modelagem, serigrafia, arte vetorial e tudo mais que puder descobrir e aprender. |
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Danielle Lhoret é uma aficcionada por quadrinhos, que um dia resolveu fazer Grego na Faculdade de Letras apenas para ser diferente e não suficiente foi insana para se tornar Mestre em Teoria Literária escrevendo sobre Vampiros, quando ninguém falava deles. Hoje vive com seus gatos (Baudelaire e Battata) e seu marido em uma casa repleta de livros que os amigos apelidaram carinhosamente de “Mansão Foster para amigos imaginários”. Nas horas vagas orienta alunos mais loucos ainda sobre literatura e quadrinhos. |
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