julho 22, 2024

O que é o amor para Aristófanes?

Para Aristófanes, o Amor é justamente essa busca constante e incansável por sua outra metade a fim de se restabelecer o original e primitivo “todo”. Não se trata somente de união sexual, mas de “uma coisa” que a alma de um quer da alma do outro.
Em cacheSemelhantes

O que é amor socrático?

O AMOR SOCRÁTICO

A experiência do amor, tal como descrita por Sócrates no Banquete se caracteriza pelo processo de elevação do particular ao universal, do apego ao sensível ao processo de emancipação rumo plano abstrato-inteligível, em uma lenta gradação mediada pela contemplação do Belo.

O que Aristóteles fala sobre o amor?

Aristóteles disse que o amor é Philia. É o oposto de Platão, é aquilo que temos. Aquilo que possuímos, aquilo que está presente. Jesus definiu o amor como Ágape.

O que é o amor O Banquete?

O Banquete ou do Amor, um dos diálogos mais ricos de Platão, trata-se de uma narrativa, onde são expostos vários discursos de louvor e celebração ao Amor. Fedro, o primeiro a discursar, fala da inspiração do amor para a virtude, que é um dom e brota de si mesmo. E daí vem a felicidade entre os homens.

O que é o amor para Nietzsche?

O amor não é outra coisa que um derramamento, uma espécie de luxo e de dádiva daquilo que cada indivíduo conquistou por e para si mesmo e quer partilhar, alegremente, com um outro. Nesse caso, não há nada de carência, mas muito pelo contrário, de plenitude. Quanto mais pleno de si, mais capaz de amar será um indivíduo.

O que é amor para Platão o banquete?

Para Pausânias não existe um Eros, mas na realidade dois. Ou seja, segundo o amante de Ágaton existem duas formas de amor: a etérea e a carnal. A etérea conduz as ideias e é, por isso, a mais bela. Se portanto uma só fosse esta, um só seria o Amor; como porém são duas, é forçoso que dois sejam também os Amores.

O que é o amor para Schopenhauer?

Schopenhauer acreditava que o amor era um mal necessário. O erro estaria em esperar demais dele e acreditar que só amamos uma vez na vida. “Para ele, o amor era terrível, instável, dilacerante, mas fundamental.

Quais são os tipos de amor para Platão?

A tese platônica é a de que ao amor passional, escravizante, avassalador, contrapõe-se outro tipo de amor, o amor baseado no aprendizado, no saber. O amor que liberta. No Banquete, Platão reúne grande variedade de recursos e estilos literários revelando as diversas faces e falas do amor.

O que é o amor para Spinoza?

Embora Espinosa tenha uma definição precisa – mas não única – de amor, também nele o amor é um afeto que se dá nas relações, já que pressupõe uma relação com a exterioridade, no caso do amor passional, e consigo mesmo, como parte da Natureza, no caso do amor ativo.

Como ser feliz segundo Schopenhauer?

As regras de Schopenhauer para sermos felizes

  1. Evite comparações para não cair na inveja. …
  2. Não se preocupe com os maus resultados. …
  3. Siga a sua intuição em todos os momentos. …
  4. Não dependa de ninguém para ser feliz. …
  5. Não superestimar os nossos desejos. …
  6. Ter controle sobre as nossas expectativas. …
  7. Valorizar o que temos.

Qual a visão de Platão sobre o amor?

A idéia é simples, o amor é o caminho, o nexo de união com isso que nós chamamos perfeito, divino, formoso serve como conexão e comunicação que enchem o vazio que existe entre o visível e o invisível. Por amor somos capazes de fazer e viver aquilo que o corpo biológico não pode conceber; isto é, o heroísmo.

Quais os dois tipos de afetos segundo Spinoza?

Dos afetos primários, alegria e tristeza, nascem todos os outros. O amor, por exemplo, é a alegria acompanhada de uma causa exterior; o ódio é a tristeza acompanhada de uma causa exterior.

Qual é o Deus de Spinoza?

Assim sendo, segundo Espinosa, Deus é aquilo que existe por si só, e por mais nada é determinado a existir, e todo o mundo, ou tudo aquilo que existe, existe em Deus e é parte essencial de Deus, ou seja, Deus é tudo e tudo é Deus ao mesmo tempo.

Como Schopenhauer descreve o amor?

Schopenhauer acreditava que o amor era um mal necessário. O erro estaria em esperar demais dele e acreditar que só amamos uma vez na vida. “Para ele, o amor era terrível, instável, dilacerante, mas fundamental.

O que defendia Schopenhauer?

Schopenhauer defendeu a ideia de que o homem não é um ser unificado e racional, que age conforme os interesses, mas um ser fragmentado e passional, que age influenciado por forças que fogem de seu controle.

Como Espinosa define amor e ódio?

De acordo com Espinosa (2008), os principais afetos e flutuações de ânimo derivam da composição dos três afetos primitivos: desejo, alegria e tristeza. “O amor nada mais é do que a alegria, acompanhada da idéia de uma causa exterior, e o ódio nada mais é do que a tristeza, acompanhada da idéia de uma causa exterior”.

Como Espinosa define o amor eo ódio?

O amor e o ódio são os próprios afetos de alegria e tristeza conjuntamente à ideia de causa exterior (ESPINOSA, 2015, EIII def. 1 e 2, p. 343-345).

O que é Jesus de Spinoza?

A sua conceção cristológica aceita a história. De acordo com Espinosa, Jesus é uma personagem cuja historicidade não levanta dúvidas, considerando-o como judeu, que revolucionou a religião na qual foi educado, transformando as leis particulares da Torah numa ética universal.