Posts com a tag "quadrinhos franco-belgas"
Muito além do Sarriá

Muito além do Sarriá

1982 não foi um ano fácil. Meu pai acabava de perder o emprego e se descobrir cardíaco e epilético. Algum dispositivo legal o permitiu usufruir do benefício do INSS, ou, como dizíamos à época, entrou na “caixa”. Minha irmã mais nova nascera um ano antes e ensaiava seus primeiros passos. Com uma inflação maluca lá...
Para todos nós crescermos um pouquinho mais...

Para todos nós crescermos um pouquinho mais…

Lucas Pimenta, idealizador deste blog, baiano dos bons e irmão de coração, foi taxativo ao se referir ao álbum Quando Eu Cresci, de Pierre Paquet e Tony Sandoval (Agaquê, R$ 35,90): “Tenho a impressão que você vai adorar isso.” Ou o Lucas é algum tipo de paranormal ou eu sou um cara meio óbvio. Ou...
Na Colônia Penal e o terror que assistimos

Na Colônia Penal e o terror que assistimos

Osama Bin Laden está morto. O mais cruel e perseguido terrorista do mundo foi finalmente capturado e executado pelas heroicas forças de combate norte americanas. Ninguém viu o corpo mas e daí? Pela TV assistimos os modernos equipamentos utilizados para localizar o bandido, um depoimento do criador do grupo de elite responsável pela operação, a...
XIII está de volta... na França!

XIII está de volta… na França!

XIII é uma série de quadrinhos franco-belga criada por Jean Van Hamme e William Vance, inicialmente publicada na revista Spirou em 1984 e depois publicada pela editora Dargaud com 19 álbuns. O título foi publicado no Brasil pela editora Panini com nove álbuns lançados entre maio de 2006 a maio de 2007. Ficou faltando a...
Pagando pra ver: o sistema Sandawe de editar quadrinhos

Pagando pra ver: o sistema Sandawe de editar quadrinhos

Foi lançado esta semana nos países francófonos da Europa o primeiro álbum da personagem"Maitre Corbaque". Apesar de estreante em álbuns solo, a personagem já teve passagem na revista Spirou. O lançamento marca também a estréia da editora belga, Sandawe. Haveria pouca novidade em um lançamento num mercado tão grande quanto o franco-belga se não fosse...