Primeiro volume da extraordinária recriação da aventura de Peter Pan, traduzida para o universo adulto por um dos mais importantes quadrinistas europeus das últimas décadas. Nas ruas da suja e cruel Londres de fins do século XIX, um jovem luta para sobreviver, trilhando um perigoso caminho entre a terrível realidade e a desafiadora fantasia. Transportado para uma ilha fantástica, povoada por sátiros, centauros, sereias e fadas, os perigos não irão diminuir, quer seja nos ataques de piratas, quer seja na ameaça dos medos e traumas pessoais.

Uma obra imperdível para os fãs das grandes HQs, que chega ao mercado brasileiro graças a editora Nemo e ao excelente trabalho do seu editor, Wellington Srbek.

Formato 24 x 32 cm, 112 páginas, capa dura, R$ 69,00.

Sobre o autor: 

Régis Loisel mudou-se para Paris em 1972, o lugar onde tudo começou. Durante os anos seguintes, ele conhece Patrick Cothias e Serge Le Tendre, passa o tempo no teraço dos cafés, vive uma vida de boemia. Os projetos chegam com força, com sucesso, com fracasso, não importa.

Em 1983, A Busca do Pássaro do Tempo (com roteiro de Le Tendre) torna-se a virada em sua carreira. Tanto do ponto de vista pessoal, quanto criativo, ele parece ter se encontrado. Aquela série é hoje considerada “a” referência do gênero, muitas vezes imitada, mas até agora jamais igualada; nenhum autor de fantasia heroica conseguiu escapar à influência desse original. A Busca do Pássaro do Tempo poderia ter sido a obra da maturidade, mas acreditar nisso é desconhecer Régis Loisel.

Em 1989, ele começa a se soltar de todas as restrições técnicas e ilustra textos eróticos. Seus desenhos irradiam uma energia de tirar o fôlego, uma terrível sensualidade, seu traço se aproxima do expressionismo de Doré, Rhops ou Rackham. Ao mesmo tempo, ele deixa Paris para se estabelecer em Lannion, na Bretanha. Chegava a hora de realizar a sua interpretação do mito de Peter Pan!

Desde o primeiro álbum da série Peter Pan, ele se posiciona de maneira definitiva como um autor essencial, verdadeira figura de proa de um novo estilo “baseado em sentimentos e emoções”. O sucesso é enorme…

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— Lucas Pimenta queria ser Martin Mystère. Não queria uma pistola de raios e sim a capacidade de enrolar uma noiva da mesma maneira...