Nos últimos meses, rumores sobre o mais recente trabalho do roteirista Brian K. Vaughan (Y: O Último Homem, Ex Machina, Saga) tem percorrido a internet. Muito pouco sabia-se, muita coisa caia nos rumores da especulação. Sabia-se apenas que se tratava de uma parceria com o desenhista espanhol Marco Martin (Demolidor), com quem Brian já havia trabalhado antes em Doutor Estranho: O Juramento.

E então os rumores tornaram-se mais fervorosos quando pequenos teasers surgiram, cada um em questão de horas, com expressões facebookianas e artes instigantes:

 

E então, horas mais tarde, o mistério veio à tona com o lançamento de The Private Eye.

 

 

A primeira edição de The Private Eye foi disponibilizada em formato digital (.pdf, .cbr e .cbz) em versões inglês, espanhol e catalão no PanelSyndicate.com. No site, é possível realizar o download pagando o valor que o leitor quiser pagar e toda a renda vai diretamente para as mãos dos criadores, sem intermediarios. E, para terminar a série que está programada para ter 10 edições, os autores precisam do dinheiro das vendas desta edição #01.

Private Eye se passa em um futuro onde a individualidade é o bem mais precioso que existe na sociedade e, por causa disto, toda as pessoas possuem uma identidade secreta. Máscaras dos mais diversos tipos percorrem as ruas que torna-se cenário de uma história de detetive cuja trama é deveras instigante para ficar apenas na primeira edição.

Por isso, caros leitores, confiram essa história sensacional e dêem o valor que você achar que é devido, mesmo que seja 25 centávos de dolar.

— Adalton nasceu no último dia de uma lua cheia, mas acha que isso não tem nenhuma relação com a sua vida; começou comprando quadrinhos por puro modismo - uma edição da Turma da Mônica parodiando Jurassic Park; sua primeira compra consciente foi a edição nº 01 de Batman: A queda do Morcego, ainda formatinho. Acredita que irá terminar a graduação em Letras antes da catástrofe de 2012 e daqui até lá está estudando parte das traduções intersemióticas das peças de Shakespeare já produzidas. E nos interlúdios, tenta produzir roteiros a partir idéias rabiscadas em antigos pedaços de papel.