O sonho de toda criança é conhecer, com o perdão do termo, um herói fodão.

Muitas vezes esse sonho ficam apenas no mundo onírico mesmo. A pessoa então cresce com um carinho no coração daqueles singelos desejos. E nos momentos de devaneios, entre um café ou até mesmo preso no transito, com aquele sorrisinho de canto de boca, ele até mesmo pensa: "putz, e se eu tivesse conhecido aquele fodão?"

 

Bem, de uma coisa é certa: isso não irá acontecer com o Zachary.

E quem é Zachary? Apenas um garoto de seis anos que conheceu o Hellboy.

O encontro entre os dois aconteceu graças à Fundação Make-a-Wish (Peça um desejo) – uma instituição que trabalha para realizar pedidos de crianças com doenças graves que, no caso do pequeno Zachary, sofre de leucêmia – e a empresa Spectral Motion, que cuidou da maquiagem do herói na produção do filme. No album de fotos da empresa no Facebook, a descrição traz o seguinte relato:

 

…Quando a Fundação Make-A-Wish contactou a Espectral Motion com este pedido, Mike pensou que seria fantástico ter Ron Perlman reprisando seu papel para o dia. Ron adorou a idéia e vestiu a maquiagem mais uma vez (com a ajuda de Lufeng Qu e Elizalde Eden) e também ordenou uma refeição tamanho Hellboy de hambúrgueres, shakes e batatas fritas para Zachary, sua família e toda a tripulação Spectral para desfrutar. Mais tarde, Zachary foi transformado em Hellboy com o auxílio dos artistas de  maquiagem Lufeng Qu e Winn Neil. Ambos os dias "Make-a-Wish", foram uma completa emoção para as famílias das crianças, bem como para a equipe da Spectral Motion!

E para finalizar, a única coisa que consigo externar aqui é: "Boa sorte, pequeno Zachary!".

 

 

— Adalton nasceu no último dia de uma lua cheia, mas acha que isso não tem nenhuma relação com a sua vida; começou comprando quadrinhos por puro modismo - uma edição da Turma da Mônica parodiando Jurassic Park; sua primeira compra consciente foi a edição nº 01 de Batman: A queda do Morcego, ainda formatinho. Acredita que irá terminar a graduação em Letras antes da catástrofe de 2012 e daqui até lá está estudando parte das traduções intersemióticas das peças de Shakespeare já produzidas. E nos interlúdios, tenta produzir roteiros a partir idéias rabiscadas em antigos pedaços de papel.