Como sabiamente escreveu o Marcello Fontana: quem vai em um festival como o FIQ não sai de sacolas vazias. No meu caso, saí com menos de 1% do que gostaria de ter comprado. Em parte por falta de grana, mas em parte por falta de experiência mesmo – afinal de contas este é o meu primeiro (espero que de muitos) festival.

A seguir está o meu espólio. Não se espante se a pilha parecer maior que a do Marcello, uma parte destas revistas eu levei de casa pra ser autografada lá. À medida que for lendo, vou indicando.

Espólios do FIQ

 

— Sergio Barretto teve um passado nebuloso sobre o qual nunca fala. Ninguém sabe ao certo o que ele fazia, mas alguns indícios de ações secretas e aterradoras já desestimularam muita agente a continuar investigando. Hoje é um homem sério, cumpridor de seus deveres e apaixonado por histórias em quadrinhos desde que se entende por gente, e a cada ano faz mais tempo que ele se entende por gente. Faz parte do Quadro a Quadro desde sua criação e costuma ser gente boa, mas as vezes passa a impressão de que seu passado sombrio pode retornar a qualquer momento, pondo a todos em perigo.