Álvaro de Moya é um nome recorrente quando se fala na história das Histórias em Quadrinhos no Brasil.

Organizador da Primeira Exposição Internacional de Histórias em Quadrinhos, que ocorreu na cidade de São Paulo em 1951, ele é um dos que mais colaboram para o crescimento dos estudos e produções da Nona Arte aqui no Brasil. É praticamente referência constante – se não obrigatória – para qualquer tipo de trabalho acadêmico envolvendo quadrinhos.

E por ter essa importância tão grande no mundo dos quadrinhos, em 2011 foi inaugurada uma quadrinhoteca que leva o seu nome.

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A Quadrinhoteca Álvaro de Moya iniciou as suas atividades a partir da iniciativa de Eloyr Pacheco e da AQL – Assoçiação de Quadrinistas de Londrina – que logo de início recebeu uma doação enriquecedora do José Salles, autor da Jupter II. Passou ainda a abrigar originais dos anos 60 do grande Gedeone Malagola, criador do Raio Negro, Homem Lua e Hydroman. O acervo também conta com colaborações de desenhistas atuais, como Ivan Reis, Marcelo Campos, Renato Arlem e muitos outros.

Entretanto, o Centro Cultural aque abrigava a Quadrinhoteca foi desativada. O material do espaço dedicado a nona-arte foi encaixotado e esperando o novo espaço – que atualmente está em reformas – para retomar suas atividades.

Enquanto esse espaço não fica pronto, uma página no facebook foi criada para registrar e divulgar o acervo referente ao Quadrinho Nacional: facebook.com/quadrinhotecaalvarodemoya

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Muita coisa bacana tem dado as caras por lá, vale a pena conferir!

— Adalton nasceu no último dia de uma lua cheia, mas acha que isso não tem nenhuma relação com a sua vida; começou comprando quadrinhos por puro modismo - uma edição da Turma da Mônica parodiando Jurassic Park; sua primeira compra consciente foi a edição nº 01 de Batman: A queda do Morcego, ainda formatinho. Acredita que irá terminar a graduação em Letras antes da catástrofe de 2012 e daqui até lá está estudando parte das traduções intersemióticas das peças de Shakespeare já produzidas. E nos interlúdios, tenta produzir roteiros a partir idéias rabiscadas em antigos pedaços de papel.