O ano é 2010.

A cidade de São Paulo é vítima de um misterioso apagão eletrico e, ao que tudo indica, durará muito tempo.

Este é cenário de Apagão vol. 1 – Cidade Sem Lei / Luz, projeto que busca financiamento coletivo pelo Catarse.me.

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O idealizador do projeto é o roteirista Raphael Fernandes que traz na bagagem obras como Ditadura no Ar, Ida e Volta, além de ser o editor da Mad e da coletânea Imaginários em Quadrinhos, da Editora Draco.

Para desenhar o projeto, ele convidou o desenhista Camaleão, que já fez várias capas da Mad e uma das histórias da Imaginários em Quadrinhos Volume 1.

Sobre a história, o próprio Raphael Fernandes diz:

 

Nos anos 2010, a cidade de São Paulo foi desligada da tomada após uma misteriosa queda no abastecimento de energia elétrica. Essa situação se agravou quando, após alguns dias, todos perceberam que a eletricidade não voltaria tão cedo. O caos e o desespero se espalharam como uma praga de gafanhotos por toda parte.

Algumas gangues dominaram regiões da cidade e Sampa virou uma cidade sem lei, onde os mais fortes dominam os mais fracos.

Entres essas gangues estão os Macacos Urbanos, um grupo de jovens que decide lutar para proteger as pessoas e garantir a dignidade da população. Graças às previsões de Seu Apoema, os Macacos foram educados desde pequenos para serem excelentes nas artes das ruas: capoeira, skate, grafite, le parkour e outras habilidades de sobrevivência. Tornando-os verdadeiros nativos do caos metropolitano.

 

Assista ao video sobre o projeto logo abaixo:

 

Para colaborar com o projeto acesse a pagina no Catarse e escolha as suas recompensas: catarse.me/pt/apagao

— Adalton nasceu no último dia de uma lua cheia, mas acha que isso não tem nenhuma relação com a sua vida; começou comprando quadrinhos por puro modismo - uma edição da Turma da Mônica parodiando Jurassic Park; sua primeira compra consciente foi a edição nº 01 de Batman: A queda do Morcego, ainda formatinho. Acredita que irá terminar a graduação em Letras antes da catástrofe de 2012 e daqui até lá está estudando parte das traduções intersemióticas das peças de Shakespeare já produzidas. E nos interlúdios, tenta produzir roteiros a partir idéias rabiscadas em antigos pedaços de papel.