Como sabe, amigo leitor, sou uma leitora de Quadrinhos. Não entendo lá essas coisas, confesso, mas me esforço para sempre aprender mais. Quando li o segundo volume de “Máquina Zero” (Editora Quadro a Quadro), não foi diferente.maquina_zeron_vol_2_1447623235536713sk1447623235b
Observei que o ser humano, suas mazelas, conquistas e, principalmente, suas origens foi o mote das mais de 20 histórias que compõem o álbum, uma antologia com artistas brasileiros e importados.
Dos confins do universo, passando pela violência das guerras, do desamor até alguns sacríficos feitos em nome dos nossos propósitos, dos nossos ideais e, obviamente, uma pitada de humor e sarcasmo estão impressos nas mais de 200 páginas. 
Impressionante e de grande admiração são algumas das histórias que simplesmente não usam do balão para expressar as ideias. E no traço e na imaginação semeiam mais histórias, mas agora no imaginário de nós leitores.
Poderia ficar aqui floreando um monte de informações sobre Máquina Zero – vol. 2, mas preferi o silêncio. Ou melhor, o recurso visual, tão presente nos dias de hoje, para expressar humildemente as emoções que a HQ produziu na “cachola” dessa que vos escreve, que tem tanto o que aprender, ler e observar…
Vida longa, QaQ!

— Jornalista freelancer, moradora de S. Miguel Paulista - SP e também colabora para o portal Jornalirismo (www.jornalirismo.com.br). Nas horas vagas, lê Quadrinhos. Nas outras também. Mais em http://twitter.com/keliv1