Thor Ultimate (Edição Especial – Marvel/Panini) Boa opção para quem quer uma leitura na onda dos Vingadores. Thor versus Loki em um competentíssimo roteiro de Jonathan Hickman, intercalando com muita eficiência três épocas para contar uma só história. Mas apesar de eficiente não chega a empolgar. Os desenhos ficam por conta de Carlos Pacheco, que ainda é um artista acima da média, mas parece ter regredido o traço nos últimos 10 anos. De qualquer forma, a versão ultimate do Deus do Trovão está mais interessante do que a do universo Marvel regular.
► Sérgio Barreto:
QaQ Recomenda:
O Eternauta: A história foi publicada na Argentina em 1957 (isso mesmo, 55 anos atrás) em capítulos semanais e desde então é cultuada tanto na Argentina quanto nos países onde é conhecida. Apenas agora publicada no Brasil pela Martins Fontes, conta a história de uma invasão extra-terrestre que começa com estranhos (e mortais) flocos de neve sobre Buenos Aires. A partir daí a história envolve o leitor de uma forma que só lendo pra saber.
Sem sombra de dúvidas, a melhor história em quadrinhos que li na vida (Watchmen, V de Vingança e O Cavaleiro das Trevas acabaram de ficar em segundo lugar).
Mágico Vento 97, 98 e 99: Comecei a ler Mágico Vento a partir do número 100, que foi a última parte do arco que começou no número 97 e que mostra a guerra entre a nação dos índios Sioux e os Estados Unidos. As quatro revistas (97, 98, 99 e 100) são um excelente ponto de partida para os que desejam conhecer Mágico Vento.
Ken Parker 12 – A Terra dos Heróis: Desencavei essa edição pela Internet e pra mim ficou claro por que Giancarlo Berardi é O Cara quando o assunto é roteiro. Você quer saber pra onde vão os personagens quando são esquecidos pelos seus autores? Se quiser mesmo saber, leia essa história e descubra não apenas pra onde eles vão como também o que eles fazem por lá.
Loucas de Amor em Quadrinhos: Loucas de Amor, tanto o o livro quanto o gibi, já foi resenhados aqui no QaQ pelo Lillo. O gibi é bem o que ele falou "funcionam como uma fixação de conteúdo, contextualização do ambiente em que o autor se inseriu para a produção do livro e contraponto humorístico a um tema extremamente delicado.". Vale a leitura com certeza!
Y – O Último Homem vol. 8: A saga de Yorick, o último homem do planeta Terra, o levou até o Japão em busca de seu mascote Ampersand. Além do resgate do macaco, esse volume traz mais detalhes sobre o passado de alguns personagens extremamente importantes na história. Se você não conhece Y, não sabe o que está perdendo…
Vertigo 28: Das revistas que leio mensalmente (Batman, A Sombra do Batman, J. Kendall e Mágico vento) esta é uma das únicas (juntamente com J. Kendall e Mágico Vento) que recomendo. O mix deste mês traz mais um episódio de Hellblazer, o final de "Joe, O Bárbaro" e Escalpo. Tudo (até Casa dos Mistérios) de qualidade.
► Guido:
QaQ Recomenda:
Homem-Animal (2011) #01 ao #06: Fascinante e perturbador, o Homem-Animal da Nova DC reúne um pouco da mística do personagem e adiciona mais problemáticas não só a Buddy Baker como para toda sua família na batalha contra "O Podre". Escrito por Jeff Lemire e com traços excepcionais de Travel Foreman, já é um dos grandes títulos da reformulada editora.
Superman (2011) #01 ao #06: Diferente da pouco inspirada Action Comics, a nova revista mensal do Homem de Aço traz a verdadeira reformulação do personagem para o século XXI. O Planeta Diário agora faz parte de um conglomerado midiático e deve se adaptar aos novos tempos com integrações em novos meios de informação. Para garantir o sucesso dessa empreitada, Lois Lane torna-se o canal principal para a modernidade e tem como maior opositor o seu ex-colega de trabalho Clark Kent, que traz consigo todo o espirito clássico do jornalismo e um amor platônico que se confunde com o embate ideológico entre os dois. George Perez se mostra totalmente inspirado nos roteiros e eleva o mito clássico ao seu verdadeiro inimigo: a modernidade.
Eu, Vampiro #01 ao #06: Despretensiosa, a série consegue ser uma boa escolha de leitura com uma trama bem elaborada e empolgante, que te faz esperar pelo número seguinte para poder conhecer um pouco mais desse estranho e inquietante mundo vampírico da "Nova DC". Com traço do talentosíssimo Andrea Sorrentino e roteiro de Joshua Hale Fialkov, vale a pena conhecer esse remake de um dos clássicos da editora (publicado originalmente em House Of Mystery no final dos anos 70).
Powers de Brian Michael Bendis e Michael Avon Oeming (Panini): A Panini Comics lançou há um certo tempo já o primeiro encadernado de luxo da série Powers com os dois primeiros arcos, entrevista com os autores, capas, passatempos e um monte de baboseiras mais que só serviram para elevar o preço do gibi (R$100,00 meus amigos!!). E como não poderia deixar de ser, a Panini também realizou seu – já famoso – trabalho mal feito nessa edição, ou pelo menos a minha, que tem mais páginas do que o prometido, devido a uma série de páginas repetidas. Mas fora o trabalho da editora, a história vale MUITO e ouso dizer que é ao lado de Alias a única coisa que Bendis escreve que presta! (Ok, joguem pedras!…)
























